quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Prefeito de Anastácio, Cáudio Valério, morre em Campo Grande

Prefeito de Anastácio, Cáudio Valério, morre em Campo Grande






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Laura Holsback
Divulgação



O prefeito de Anastácio, Cláudio Valério da Silva, de 55 anos, morreu em decorrência de uma parada cardíaca, às 3h25 dessa madrugada no Proncor, em Campo Grande. Ele será velado na Câmara Municipal de Anastácio, a partir das 10h30 (horário previsto para a chegada do corpo).
De acordo com a assessoria da prefeitura, há alguns anos Cláudio sofreu um infarto e periodicamente realizava exames. Ontem (20), teve de passar por uma cirurgia urgente para a implantação de pontes de safena, mas teve complicações, e não resistiu.
Severina Maria do Nascimento Valério estava ao lado do marido quando ele passou mal. Ela chegou ao hospital à meia-noite para acompanhá-lo. O prefeito também deixa três filhos, um deles in memória.
Cláudio Valério da Silva estava no segundo ano do seu quarto mandato de prefeito da cidade. Ele foi radialista, professor, poeta, membro da Academia Maçônica Sul-mato-grossense de Letras, Deputado Estadual e Presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul).
A princípio, o sepultamento está marcado para amanhã (22), às 8h, no Cemitério da Colônia Pulador, mas deve ser confirmado após a chegada da esposa no município.
Quem deverá assumir a prefeitura é o vice Douglas Figueiredo, do PSDB.
Recentemente, outro prefeito faleceu por problemas de saúde. Evandro Bazzo, de Jardim, lutava contra o câncer e morreu em 17 de setembro, após ter permanecido internado por uma semana em uma clínica de Campo Grande.
(Matéria editada às 10h05 para acréscimo de informações)

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Palanque do comício de Dilma e Zeca do PT, em Campo Grande: Coronel Paim e Pastora Simone Paim, na foto, atraz de Dagoberto

Presidente Lula critica duramente Puccinelli e reclama de atitude "injusta, incorreta e eticamente inaceitável"


O presidente Lula criticou duramente o governador André Puccinelli, do PMDB, candidato à reeleição, durante o comício do PT na noite desta terça-feira, em Campo Grande. Ele sugeriu que o peemedebista o traiu quando o chamou de “pai” e de “fada madrinha” a presidenciável Dilma Rousseff sendo que voltou atrás e “disse outra coisa” uma semana depois.
“Na presença do adversário, ela não é mais a fada madrinha e eu não sou mais o pai”, reclamou. André Puccinelli, que fazia frequentes elogios a Dilma, preferiu apoiar o tucano José Serra, principal adversário do PT na disputa presidencial.

Antes de fazer esse comentário no comício do PT de MS, realizado na noite desta terça-feira, na Avenida Fernando Corrêa da Costa com a presença do ex-governador Zeca do PT e dos principais candidatos da coligação “Força do Povo”, Lula disse que não “atacaria ninguém, não falaria mal de ninguém”.
Contudo, logo em seguida, o presidente recordou que três anos atrás, quando veio a Campo Grande com Dilma no lançamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), leu nos jornais locais que quem governava Mato Grosso do Sul “era ele [Lula] e não o governador”.
“Não sei se amigos ou inimigos [jornais], mas li essa notícia”. Depois Lula disse que em uma conversa com Puccinelli, o governador o chamou de “Pai Lula” e Dilma, a então ministra da Casa Civil, de “fada madrilha”.
“Não fomos nós que pedimos, eu fiquei até agradecido porque o governo era capaz de reconhecer o trabalho de uma mulher (...) Eu nunca pedi elogios para ninguém”.
Lula fez uma pausa, e disparou: “eu fiquei chateado, aos 67 anos de idade, eu não tenho idade e nem direito de me decepcionar. Não é justo, não é honesto, uma semana depois [ele, Puccinelli] dizer outra coisa, não é justo, não é correto, não é eticamente aceitável”, disparou.
Após breve pausa, o presidente voltou ao ataque contra Puccinelli: “eu sei o que acontece aqui. Que obras federais aparecem na TV como se fossem estaduais”, disse Lula. Daí em diante sugeriu que a imprensa apurasse os indicativos de obras bancadas por dinheiro estadual e dinheiro federal. “Mostrem [imprensa] quem é que fez mais por Mato Grosso do Sul”, desafiou.
"A imprensa investigativa, pesquisem. [...] A imprensa tem a obrigação de não permitir que ninguém minta em época de eleição", completou.

terça-feira, 2 de março de 2010

SBT anuncia volta de Hebe Camargo com grande produção



Divulgação
Hebe Camargo volta ao comando de seu programa no SBT na próxima segunda, dia de seu aniversário

Começou a circular nesta semana a chamada do programa que marcará o retorno de Hebe Camargo à TV, após a apresentadora ser diagnosticada com um um câncer no peritônio em janeiro.

Hebe volta ao comando de seu programa no SBT na próxima segunda-feira (8), dia em que completa 81 anos. Nomes como Ivete Sangalo, Roberto Carlos e Maria Rita já estão confirmados na atração.

Com imagens de reportagens de jornais e revistas sobre a doença de Hebe ao fundo, a chamada começa recapitulando o noticiário e a repercussão do caso. "Em janeiro o país parou, se preocupou com as notícias, acompanhou e se emocionou."

Em seguida, o vídeo mostra imagens de Hebe sorridente no cenário de seu programa. "Mais linda de viver do que nunca, a rainha da televisão brasileira está de volta... Hebe Camargo. Você vai ter o encontro mais esperado de todos os tempos."

"Hebe" vai ao ar pelo SBT a partir das 23h.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

domingo, 29 de novembro de 2009

domingo, 3 de maio de 2009

Planalto encomenda pesquisa sobre câncer de Dilma



Alan Marques/Folha
Dilma Rousseff diz que não pretende converter seu tratamento em “espetáculo”.

Sondagem é feita pelo marqueteiro de Lula, João Santana

Lula afirma que a “prioridade zero” de sua ministra é cuidar da saúde.

A despeito da retórica politicamente correta, o governo só pensa naquilo.

Há certa avidez em saber qual será a reação do eleitor ao câncer da candidata.

Para tentar solver o enigma, o Planalto encomendou uma pesquisa.

Está sendo feita pelo jornalista João Santana, marqueteiro de Lula.

Sob o acompanhamento de Gilberto Carvalho, chefe-de-gabinete de Lula.

Optou-se pela realização de uma sondagem qualitativa, não quantitativa.

As sondagens quantitativas servem para medir o percentual de votos.

As qualitativas detectam o humor, os medos e os anseios das pessoas.

Funcionam assim: grupos de eleitores são reunidos em salas fechadas.

Um especialista sugere temas. E ordena o debate entre os presentes.

As salas são equipadas com enormes vidros translúcidos.

É algo semelhante às cabines de identificação de criminosos, na polícia.

Quem está dentro não vê, mas há observadores do outro lado do vidro.

Passam horas anotando as observações que emergem das discussões.

Cruzando-as, extraem conclusões acerca do que vai na cabeça do eleitor.

Os grupos são formados conforme a conveniência do pesquisador.

Podem reunir pessoas de perfil semelhante ou díspare.

Consideram-se a faixa de renda, a escolaridade e a tendência política.

Assim, pode-se, por exemplo:

1. Confrontar as opiniões de eleitores de tendência governista e oposicionista;

2. Verificar se os humores variam conforme o estrato social do pesquisado.

O Planalto vem realizando sondagens do gênero desde o ano passado.

Agora, decidiu-se levar às salas de debates o câncer linfático de Dilma.

Lula e seus assessores aguardam os resultados com viva expectativa.

No Planalto, prevalece a sensação de que, sob o ângulo político, a doença de Dilma pode render dividendos.

O eleitor tenderia a se compadecer da drama da candidata.

E a imagem carrancuda de Dilma seria como que suavizada.

Uma dúvida inquietante ronda a pesquisa encomendada pelo Planalto: Quem paga?

Não é coisa barata. É preciso montar salas em diferentes capitais do país.

Afora o custo da equipe de João Santana, há despesas de logística.

Os eleitores são atraídos para as sessões de debate pela oferta de brindes.

As reuniões são regadas a refrigerantes, sanduíches e salgados.

Escrito por Josias de Souza às 04h07